segunda-feira, agosto 27, 2012

Bicho Papão


Brindo a sua morte como única forma de te esquecer,
Enquanto rezo baixo na esperança de que vá embora.
Liberdade de ir e vim.

Há anos deveríamos ter concluído este assunto e,
Então eu teria meus sonhos tranquilos,
Enquanto você descansa em paz.

Eu sei quem eu sou agora,
Armada com sal grosso,
E o seu sopro apenas me assusta,
Porém, em doses menores de dor.

Somente te ordeno,
E aqui também me despeço de você:
A morte, como prova para vencer. 
Allyne Araújo.

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Eu não estou pedindo a minha morte, ou a morte de alguém, isto seria realmente macabro de se pensar, bem, pelo menos para mim. Entretanto, estou pedindo pela morte dos meus medos, das antipatias de ser contra novos desafios e adversidades, e, sobretudo aos sonhos angustiantes de fracasso, que ora ou outra nos atormentam. Que isto seja uma espécie de dizer adeus aos fantasmas que nos acompanham por boa parte da vida, ou a percepção de que devemos, mais dia, menos dia, dá um basta em tudo isto, de modo a nos tornamos confiantes, não só em nós mesmos, mas em quase tudo que nos cerca.

Beijos para vocês, queridas pessoas.
Até breve.

Um comentário:

Karine Tavares disse...

Teu blog é lindo, parabéns!
Vem conhecer o meu:

leiakarine.blogspot.com