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sábado, abril 09, 2016

Pra dizer adeus



"Amar"

Uma palavra de um único significado, muitas perversões, das quais todas me afastam do foco.
Eu queria uma palavra que definisse todo o mundo, aquele mundo que define o meu universo.

E se todo amor vem da percepção de cada um, que raiva que dá ter que conviver e emprestar instrumentos de analisar o amor. Aquele egoísmo normal de quem quer tudo para si.

Eu não posso controlar o tempo, nem as palavras que nos cercam.

Quem dera estar em Casablanca, Cabo da Boa Esperança ou Divina Providência.

Eu não posso controlar o ar, a terra ou o mar. Há mais coisas entre eu e você.

Quem dera roubar um caminhão, estar no Alasca ou Jalapão. Encontrar você ou me perder.

Talvez meu universo estaria completo. E em completude seguiríamos até o dia de dizer adeus."

Allyne Araújo. 09/04/16.
xxx
P.S: Tirando um pouco da poeira daqui. Olá pessoal!!!

terça-feira, janeiro 27, 2015

Nabra em Preto e Branco

Há exatos 11 anos atrás (2004-2015) a turma do 1MB “L” ingressava no hall de novos estudantes de ensino médio do então conhecido “Colégio Dom Orione”, sendo assim constituída de muitos jovens, que em comum compartilhavam sonhos, estudo e a vontade de viver. Muitos destes estudantes não chegaram a se formar com a turma do 3MB “L” em 2006, o que foi uma tristeza, mas possibilitou a entrada de diversos colegas e novas amizades. Desse modo, para muitas pessoas o período do colégio se contextualiza como sendo o inferno, ou o espaço para aprender e viver novas experiências, já para outras significa o lugar de conhecer amigos e pessoas que, possivelmente serão lembradas pelo resto da vida. Por fim, essa pequena sessão fotográfica tem como objetivo principal registrar com um novo olhar os cenários que cercaram o mundo colegial de seis jovens adolescentes, do ponto de vista de uma delas. Fotografando pontos de encontro, objetos que identificam ou lembram todas as jovens envolvidas, situações vividas por elas, entre outros elementos que significam certa simbologia, com o intuito de demonstrar que há amizades que nunca morrem, e se fortalecem em pequenos detalhes.

####N.a.B.r.A#### 

O que muda na vida de cada pessoa em 11 anos? E que fim leva cada um dos amigos que passam por nossas vidas e, ainda, será que eles também recordam de lugares, objetos e situações como nós estamos a relembrar aqui e agora? E o que seria dos seus últimos momentos de ensino médio se ao seu lado não estiver pessoas que você se lembraria pelo resto da vida? Às vezes o que lhe separa do seu passado é simplesmente um rio, uma rua, uma pequena elevação... E o triste é aceitar que seus amigos já não estão com você.


"Foram muitas as manhãs e tardes em que descemos e subimos essas ruas, seja para apenas apreciar a vista do lado velho da cidade, ou apenas para acompanhar amigos e conhecidos, entre eles professores de aula, que residiam à outra margem do rio." (Allyne Araújo, 2015).

Muitos podem dizer que não, mas a escola é o local aonde mais nos sentimos livres para escolher e brigar pelas companhias que queremos, assim como também é lugar de sonhos e superação de desafios. E também, momento de jurar amizades eternas. 



"No caso dessa foto, me apropriei de uma imagem de minha irmã com suas amigas – já que a mesma também trabalhou no projeto – para exemplificar o que fazíamos em sala de aula. Nossa brincadeira era simples, como pedra, papel e tesoura (com verdadeiros tapas de deixar marcas roxas) e diversos joguinhos de desfio de atenção – acredite se quiser!". (Allyne Araújo, 2015).

Às vezes, você só espera que a aula termine rápido e que possa sair pela rua e curtir as coisas de que mais gostar e, em outras, você nem se interessa em saber se aquilo lhe fará falta um dia. Quer mais é saber de matar aula e viver intensamente o momento.




"Até hoje não compreendo o porquê de eu não andar por aí em um Skate, embora eu saiba muito bem a sensação e liberdade que esse pequeno brinquedinho proporciona. Isso marca as muitas vezes que minhas amigas mataram aula ou simplesmente fugiram de casa para encarar desafios maiores, como por exemplo, passar dias sem dar notícia ou curtirem uma tarde em passeios nas cidades vizinhas." (Allyne Araújo, 2015).   


"Se eu fui uma aluna de ensino médio exemplar? É claro que não. Se eu me esforçava para tirar boas notas? É claro que sim, mas se você perguntar se eu prestava atenção, sentava ao fundão, conversava demais com o orientador educacional e desenhava demais coisas sem sentido, ai sim, você está falando de quem eu fui." (Allyne Araújo, 2015).

E um dia você acorda e diz “é, eu era bom nisso (matar aula), mas meus filhos não podem saber que não fui um bom garoto na escola”, e você até sabe que eles lhe desobedecerão, mas “é hora de assumir responsabilidades”. Crescer e amadurecer.



"Crescer leva todo um processo. E a quem diga que não, mas é verdade. Uma das coisas que mais ouvir no meu ensino médio foi: “você precisa crescer e arcar com suas responsabilidades”, hoje me dei conta que, você passa a vida toda querendo ser gente grande, mas é quando você se ver como gente grande que mais parece uma idiota em meio a tantos idiotas que pensam sob a mesma caixa. Por isso, amadurecer é muito mais que simplesmente crescer." (Allyne Araújo, 2015).

Em uma tarde qualquer, você se pega pensando naquela vista e imagina quantas vezes esteve perdido sem saber que caminhos escolher, que faculdades cursar, ir embora ou ficar... Enquanto a lição de casa ia se perdendo pela mesa.



"É incrível como vão dizer que você precisar ser mais centrado, concentrado, conectado, fluido e regrado. No entanto, como você será um bom adulto se tudo que é tido como bom é em tese proibido? Não falo de drogas, sexo e festas, mas ser podado de se sentir livre para decidir e errar sobre o que realmente quer e fazer o que realmente lhe faz bem. E depois dizem que os jovens são complexos." (Allyne Araújo, 2015).

E quando tudo se finaliza: a formatura, as trocas de telefone, endereços e felicitações, você sempre guardar alguma coisa consigo, pois é uma forma de lembrar que suas amigas não estão aqui, mas já estiveram bem perto.




E você deseja que assim como você, elas estejam felizes e seguindo aquilo que lhes tornam especiais. 



Então, aquele último dia de férias de verão finalmente chega. É hora de você começar a olhar o nascer do sol com outros olhos e seguir em frente. Percebendo que tudo mudará a partir dali.


"Sempre ouvir histórias que diziam que, na faculdade você estaria “por sua conta e risco”, e até digo que guardava certo medo disso. Mas, percebi que tudo faz parte do processo... Até mesmo levar umas belas broncas de suas amigas “pra cair na real”." (Allyne Araújo, 2015).

É claro que a saudade vai bater... No começo você vai querer está sempre em contato, mas depois a rotina se altera, novos amigos chegam, e novos ensinamentos também. Nada é como antes.




Há algo de interessante em seguir em frente com a vida. Você começa a perceber que o mundo não gira em torno de você, que não pode ter ou fazer tudo que deseja, mas começa a andar com as próprias pernas, a assumir responsabilidades e isso nos torna livres: para sermos quem realmente somos.



Não é uma forma definitiva de dizer adeus ao passado e esquecer-se dos elementos que se juntaram para que você pudesse chegar até aqui, mas um meio de agradecer por ter sobrevivido a isso, ter aprendido com outras pessoas... E mais importante de tudo: saber o melhor momento de deixa-las ir.




Afinal, a única coisa que podemos dizer que é realmente nossa são as memórias. As incríveis relíquias do tempo.



"Xícaras de aniversário de 15 anos da Allyne, dadas por Bruna e Roodielma; Caderninho de recados e citações de amigos. Cartas e mais cartas da Andréia, Rood e Bruna, assim como bilhetes de fofoca e informações trocados em meio às aulas." 

"Nataly; Andréia; Bruna; Roodielma; Allyne."




Um dia, lá em 2005/2006, eu me perguntava como viveria sem minhas amigas, e hoje agradeço por elas jamais me deixarem. Roodielma e Andreia, obrigada por me “obrigarem” a fazer o vestibular. Nataly, obrigada pelos puxões de orelha, sem eles eu nunca me daria conta da realidade. Bruna, obrigada por ter sido minha irmã mais velha quando eu precisei. E novamente Rood, obrigada por todos esses 21 anos de amizade juntamente com a Rossana, vocês duas são especiais.



"E ainda existem pessoas que acreditam na ideia de que os anos no colégio são um inferno. É claro que são! Mas, se você nunca parar para respirar e refletir acerca de tudo que já viveu nunca irá perceber os detalhes que te levaram até aqui." (Allyne Araújo, 2015).


Duas pequenas ressalvas: Projeto realizado em parceria com Allycia Duarte e Renata Cipriano em novembro de 2014; Não temos registro fotográfico das instalações do colégio, porque para isso precisaríamos de autorização de uso de imagem, e não tínhamos tempo. 

quarta-feira, novembro 16, 2011

O quê que há chefinha?*


Eu odeio a forma como você me entende nas reais circunstâncias em que estamos e o modo como você diz não dizendo sim. Sem falar da maneira que você tenta me convencer do contrário e de me chamar de enroladora de cartas.

A seriedade com que encara as coisas e me leva a sério, mesmo que eu esteja só brincando. E das influências musicais que você exerce sobre mim, sem falar da sua resistência a sms’s. Olhe pelo lado bom, a base de toda esta ironia: Nós quebramos o ideal de que “não daríamos certo” **, nem em casos profissionais. E o que somos agora? Amigas.

Mesmo estando a km’s de distância, se comunicando por e-mail ou cartas. Você consegue sentir o bem que faz a mim? 

Se partirmos do princípio da admiração, eu admiraria vários aspectos, mas o mais importante deles seria essa tua capacidade apaixonante de sempre querer fazer o útil, de procurar não desistir de certas pessoas e pontos de vista, lutar pelas coisas em que acredita e defende-las, sem, contudo, esquecer quem és.

Pode até pensar que eu estou exagerando, porque eu sei que é isto que você irá dizer, além é claro de repetir “Eu não sou assim não” ou “que eu não tenho coisa melhor para fazer”, algo parecido com isso. Entretanto, se você consegue me compreender, eu consigo-te “enxergar”, e o que eu vejo pode até me tirar do sério, mas não me assusta. Porque pode até não parecer, porém, nossas histórias são muito parecidas, embora não sejamos exatamente iguais, e eu tenho na minha janela uma palavra dedicada só a você.    

*Inspirada em Pernalonga/Warner Bros.
** Segundo alguns astrólogos, Áries e Escorpião quando juntos
“precisam” de um advogado para quase tudo na vida.

Poucas pessoas sabem, mas a Ana é uma das minhas melhores amigas, e nossa amizade não se limita ao mundo virtual. Pelo contrário, ela esta muito além de gigas, megas bytes e km’s. Pois só o que é para ser sério consegue sobreviver hoje em dia. E nós nunca brigamos, mesmo eu merecendo uns tapas por ser lerda demais para com as respostas de suas cartas. Também pondera uma briga com esta guria não seria só uma pequena treta, seria uma “guerra”.

Fazer textos com ela é, até o momento, algo incrível! Eu não consigo explicar como é que a sintonia é tão perfeita e como ela consegue ir fundo nas minhas idéias, eu não vou dizer que consigo ir às delas, porque não sei se de fato consigo este feito. Esta sintonia exata só me aconteceu duas vezes em outras parcerias, e uma delas foi com a Rita.

A “menina velha” que parece ter os mesmos apelidos que os meus, é muito mais do que especial. Pois a partir do momento que ela me cativou passou a ser parte da minha essência, e não se fala mais nisto, porque eu não irei explicar coisa nenhuma. Aliás, certas coisas não precisam de explicação.

P.s: Eu até disse a Erica que não faria outra homenagem para a Nana, por já ter feito umas três (eu acho), mas não resisti. Vou tentar dizer que esta é a ultima, por enquanto. Rs

P.s2: Seja homem, ou seja, mulher, sendo meu/minha amiga (o), não importa. Será homenageado (a) do mesmo modo apaixonado e verdadeiro, sendo aqui ou “lá fora”, pois este é meu tratamento dado aos melhores. Pouco importando as crises de ciúmes que isto gera entre os demais. Porque amor comigo é assim: É intenso! E eu tenho que sentir reciprocidade.  Pronto, falei. Rs

 Gata Maluca/TNT:
 Meu erro de retira-los do meu mp4 foi devidamente reparado. 

quinta-feira, setembro 08, 2011

Sobre violão..


Uma dica interessante que dou para quem deseja aprender a tocar violão é:

A melhor fase é aquela que parte da faixa etária dos 5 aos 15 anos, porque é a época, digamos assim, em que a mente trabalha mais rápido e processa mais informações, bem como absorve tudo sem cortes. O corpo humano também se encontra no auge de toda a sua flexibilidade, por isso que certas atividades envolvendo a dança e a ginástica são melhores aproveitadas e desenvolvidas antes da idade dos 16.

Para as crianças é como se todo esse esforço soasse como diversão, elas possuem um “Q” de curiosidade e querem experimentar, inventar, entre outros, é como se fosse à mesma coisa de brincadeira ou jogo. Para a música, muitas vezes, isto ocasiona uma assimilação de sons quase perfeita, e há pesquisas que dizem que a mesma auxilia até nos estudos dos pequenos.

Mas assim como qualquer atividade a ser aprendida, tocar violão (ou qualquer outro instrumento musical) implica em seis elementos fundamentais: atenção, força de vontade, disciplina, aceitação do erro, tempo e dedicação, sem isto você pode até aprender, mas não irar conseguir muito progresso com aquilo que almeja, neste caso tocar.

Para aqueles que já passaram da faixa dos 16 e que sonham em um dia fazer música, eu lhes digo que não precisam se sentirem desmotivados pelo que foi dito acima. Entre 16 e 18 anos as juntas das mãos começam a endurecer, e isto acontece porque o corpo em si passa avançar para o estágio da resistência e solidificação. A agilidade dos dedos neste caso fica um pouco menor e causa certo desconforto na pressão das cordas, posicionamento do instrumento e troca de notas, entretanto nada que um pouco de prática não transforme, porque “nada é impossível, quando se quer verdadeiramente algo”.

O tamanho do instrumento e as cordas também influenciam a escolha de um bom violão para iniciantes. Os elétricos com corda de aço são mais indicados para os profissionais e “estudantes” avançados, pois acarretam um grau maior de pressão e habilidade. Por isso a maioria dos professores indica as cordas de nylon (se parecem com linha de pescar, só que com numeração acima de 50), elas são melhores de manusear, não cortam os dedos e provocam um desconforto menor em relação à primeira, mas o som é mais baixo porque, claro, são mais utilizadas nos violões clássicos.

Vale lembrar que os modelos e tipos de violões são bem variados no mercado, há os Clássicos, 7 cordas, folks, 12 cordas e os Cutway, bem como muitas marcas, umas bem conhecidos e outras nem tanto. Quando você for à procura do seu esteja munido de informações ou leve um conhecedor deste assunto, porque ele poderá lhe ajudar na escolha de um bom instrumento, com boa afinação, identificar defeitos, e, sobretudo, empenações, coisas que se não forem bem observadas na hora da compra podem ser fruto de dores de cabeça no futuro.

Outra coisa bem importante é que não adianta só gostar de música. Quando você decide aprender um instrumento automaticamente terá que estudar música, cifras, voz e etc. e aprender a realmente ouvi-la e dela retirar sons. Os especialistas chamam isso de treinar os ouvidos, o corpo e educar a mente. E não dá também para conseguir um bom trabalho se você não se apaixonar e não estiver 100% entregue a isto, porque quem irar comandar o som é você, seja com uma banda, orquestra ou outra coisa, e isto fica ainda melhor quando podemos sentir o entrosamento entre o interprete – som – e público. Daí feito isso, mande ver!


Imagem do blog: http://vozativamadrigal.blogspot.com

segunda-feira, abril 11, 2011

Acabo de entrar no Orkut (que muda de cara, mas do que camaleão a cor..) e dou de cara com uma comunidade adicionada por uma amiga: "As vezes fria e calculista - As vezes meiga e sentimental".. Fora as outras mais engraçadas e bizarras.. (Rs) ... É assim que os transtornos de personalidade começam.. (Rs).. Diriam os especialistas.
(Fazendo cara de louca que quer adivinhar o futuro..) vos digo:
Logo logo os sensacionalistas (que adoram nos fazer sofrer por antecipação) anunciarão que a internet será o próximo sinal do apocalipse e absorvedora de mentes.. E os fanáticos, ao invés de explodirem carros, praças e bancos, sairão pondo fogo em tudo quanto é de aparelho eletrônico que tenha o símbolo da net, tv, etc.  
E tudo quanto que é de E.Ts, marcianos e jupiteriano começarão a cobrar por direitos autorais...
Como diz outra comunidade do Orkut: É "O fim dos tempos!".
Allyne Araújo
   

domingo, abril 03, 2011

É Tpm? Nãaaao! É realidade!

Algumas pessoas podem olhar de relance para minha cara e chegarem a superficial conclusão de que eu sou difícil ou aberta a loucura demais. Pensem o que quiserem, especulem a vontade. Só que existem algumas coisas que nessa "observação" me tiram do sério as vezes:
1° Odeio sair pela rua com o meu habitual desleixo e mãos ligeiramente abanando ou enfiadas nos bolsos e receber olhares nada simpáticos ou gozadores de "será que ela é menina ou menino?". Cara, isso é sem graça e noção! Que merda de povo besta! Pouco importa se estou sem maquiagem, cabelo curto, bagunçado ou amarrado a nuca, desde quando isso importa? (Ah! cidade pequena é tão diferente de cidade grande!).
2° "A filha de fulano de tal é bonita, simpática e tem um sorriso 'lindo', maas poderia se arrumar melhor".. Que droga é essa?! Já não basta eu ter quebrado todas as regrinhas de "vista-se de vestidinho rosa" quando tinha 14 anos, agora vão me querer de boneca o tempo todo?! Odeio rótulos, e quando proponho-me a vesti-me de verdade só saio da frente do espelho devidamente pronta para matar e surpreender!
3° "Ela é criança, sonha e fala/rir demais!", Bem, se tem uma coisa que me tira do sério ou me põe pra baixo por 5 minutos é cumprimentar pessoas e ninguém corresponder ou responder de mau grado. Não que eu não tenha os meus problemas, mas aprendi que "Meus problemas não tem nada haver com as pessoas além dele, então não desconto!". Eu falo com todo o mundo, desde o cachorro ao prefeito da cidade e não mudo o tom de voz ou a cara pra falar com nenhum deles, só confesso que as vezes sou "obrigada" a mudar as palavras porque tenho o lado profissional também, mas isso só acontece em situações sérias e formais em que de mim essa postura é cobrada. E não é porque eu sou legal que significa que estou dando mole ou de flerte com qualquer um!. Se existe outra coisa que resolvi comigo mesma foi "seja honesta e sincera consigo e com os demais, pouco importa as conseqüências". Então pronto, desabafei...
Ah!!!
E por ultimo: Não gosto quando abusam da minha paciência ou bom humor, eu não tenho cara de fossa ou comédia "livra dor de cotovelo". Podem querer chorar uma ou duas vezes no meu ombro, mas chorou, riu, chorou de novo, não passou e minhas piadas não deram em nada é melhor partir pra outra, que a vida tem coisas muito melhores a oferecer! E eu preciso de espaço! E ainda digo o seguinte: Não se apegue demais ao meu precioso ombro porque ainda preciso dele para andar, e nem adianta vim com o papo de que "É só hoje, e isso passa".. Saco na hora "a deixa" do Renato e o "vai passar logo".. do Cazuza, e na boa: Monotonia além dos meus limites, chororô e as histórias absurdas e repetecas causadoras do chororô não dão pra mim não!
 Ufa! Acho que agora deu...
Allyne Araújo.
Créditos a Bruna e a sua frase, que hj me caiu bem:"Primeiro eu, segundo eu e por ultimo eu!"         
      

quarta-feira, março 23, 2011

Hoje cedo

Tem certas coisas que acontecem que deixam a gente sem chão... Bem, hoje cedo, não tive aula oh alivio!  pra variar né?! Mas lá pra tantas liguei pra Rita (minha parceira do outro blog) a gente tinha que marcar algumas coisas para amanhã:
- Oi nega! tudo bem? onde tu tá?
- Tô no auditório (UFT)...
- Ah é?! Ei, preciso marcar contigo um horário pra gente ensaiar a "peça"..
- Tá, pode ser hoje às 16;30hs ou amanhã mesmo no intervalo - (Universitário não tem recreio, tem os mesmos 15 minutos, mas batizados de intervalo pra ficar mais chique.. Pode?!)
-Então tá..- Grande suspense no outro lado da linha - Depois a gente se falar melhor! beij.. (corte brusco do outro lado)
-NEGA! espera! preciso falar contigo uma coisa de vida ou morte, URGENTE!!!!
-JESUS! o que foi??!  - Eu morta de susto- Conta o que foi, fala, fala logo!!
-Depois eu passo ai na sua casa, pode ser?!
- Tá, pode, mas fala mulher...
-Não, deixa pra depois..
-Então tá.
E desliguei o fone com uma apreensão grande em querer saber do que se tratava, preocupadissima!  que nada! tava era Curriosa mesmo!
Depois de vinte angustiantes minutos, enquanto eu já estava na terceira ligação desesperada, ela me chega na porta:
-Oi nega!
-Oi, TÁ TUDO BEM MESMO, ta com tudo no lugar???
- Tá nega, mas olha: minhas mãos tão tremendo...
-Pois te senta ai.. O que ta acontecendo??
-Ah nega - Depois de uma longa história sobre um e-mail maldito, e ate então eu sem entender nada de nada, ele solta essa - Foi meu pc que endoidou! deu a louca ontem e não quer abrir nada de nada, já passei anti virus e não adiantou, e minha vida "toda" ta LÁ DENTRO!!
Caindo de alivio no sofá, e morrendo de vontade de lhe tascar um cascudo, respondi:
-Mas era SÓ ISSO?
- uh hum, tu ainda diz: SÓ ISSO?!.. 
- Nega... - Rápido suspiro de jurei que você ia me contar que alguém morreu -  Tu me inventa cada uma!!!
E cai na risada... Por isso, estou avisando, antes que alguém queira me matar do coração, curiosidade e tudo que tem haver com dade, me avisa que é pra já mandar comprar o caixão!!! AFF!!!
Allyne Araújo